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Guts
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Guts ao sair de Bosque Só

Posição

Antigo membro de um grupo a serviço de Vendebígaro Membro de um grupo de investigadores especiais a serviço de Duvessa de Bryn Shander

Treinamento

Guerreiro e guia, protetor da natureza

Armamento (corpo-a-corpo)

Espada longa e espada curta; Machado de duas mãos

Armamento (a distância)

Arco longo; Besta anã

Armadura

Cota de malha mágica e manto de Damien Morienus

Companheiros

Eberk, Morpheu, Shiroshi, Yoren, Shardon (caído em combate) e Shiroshi

Mielikki

Idiomas

Comum, Goblin

Atributos

Força 12, Destreza 15, Constituição 14, Inteligência 10, Sabedoria 12, Carisma 8

Jhoran morava com seus filhos na floresta do manto entre o forte da vela e o portal de baldur, lá os dias passavam tranquilos. Nossa rotina só era quebrada nas viagens ocasionais que faziamos a cidade para buscar suprimentos e vender peles da caça. Apesar de ser um homem sem posses todos tratavam nosso pai com muito respeito, mesmo os oficiais mais graduados e os nobres mostravam uma certa admiração na presença dele.

Já se aproximava o fim de Uktar (Novembro) e todos se preparavam para o festival da Lua,  ( este festival é o último grande evento do ano. Ele marca a chegada do inverno, além de ser a data em que os mortos são lembrados. Os túmulos são benzidos, o Ritual da Lembrança é executado e os feitos dos que estão agora mortos são contados noite adentro. A propósito, as guerras acontecem geralmente depois da colheita, continuando enquanto o clima permitir. A maior parte das batalhas escolhe o mês de Uktar, e a irônica praticidade do Festival da Lua torna-se logo aparente.) e como nos anos anteriores, iriamos visitar o túmulo de nossa mãe lhe prestar as devidas homenagens. Färn, o primogenio, usava sua melhor túnica e ajudava nosso pai a colocar sua armadura e capa, enquanto eu carregava a de dentro da cabana detiveram nossos passos.

Jhoran: Färn leve seus irmão pela  trilha sempre verde e siga para a estalagem do braço amigo , rápido e não para por nada nem por niguém.

O rosto de Färn ficou pálido e suas mão geladas como se a essência da vida lhe tivessse sido roubada, mas ele obedeceu, tomando Emoen no coloo e agarrando meu braço seguimos em direção da trilha e por mais que tentasse protestar ou falar alguma coisa a resposta era a mesma, um sinal para fazer silêncio. Não foi difícil chegar a trilha, usavamos bastante aquele caminho a ponto de conseguir encontra-lo no escuro. Lá chegando Färn disse:

Rápido pegue Emoen e ... antes mesmo de terminar a frase uma seta negra atravessou sua garganta, enchendo seus olhos de terror antes que seu corpo sem vida tocasse o solo. Não tive tempo de assimilar o que estava acontecendo, senti um golpe pesado na cabeça e tudo ficou escuro.

8 anos se passaram desde aquela noite, minha última noite de liberdade. já não conseguia lembrar dos rostos, do som de suas vozes, dos barulhos da floresta, do meu nome. Agora só havia lugar para o ódio daquelas criaturas pequenas e asquerosas que nos mantinham escravos em uma mina onde trabalhavamos quase sem descanso, eramos 12 ao todo, muitos morreram desde que cheguei aqui. todos os dias eram iguais, menos quando um grupo de homens apareciam para levar as pedras negras que escavavamos sem parar.

Naquela manhã fui acordado pelos gritos aterrorizados de goblins ou estava apenas sonhando com aquilo, não havia mais ninguém para perguntar, só eu havia sobrevivido ao último ano. Os gritos cessaram, o silêncio que se seguiu era terrpivel. Passos no corredor escuro, alguma coisa se aproximava rápido, para minha surpresa um animal enorme de pelo prateado estava parado ao lado de minha cela sem fazer qualquer barulho apenas me observando, logo em seguida uma figura que se mantinha nas sombra falou em idioma comum: Ele está vivo !!

Quando cheguei a entrada do túnel vi um grupo enorme de homens e feras estraçalhando o que restava dos goblins, uma visão gloriosa.

Viajamos por muitas luas, já estavamos na época das folhas vermelhas e durante esse tempo soube que havia sido salvo pela tribo dos leôes negros e seu líder Mourgram, rangers que viviam nas florestas próximas de água profunda e que meu pai havia combatido lado a lado com eles durante muitos anos ficando conhecdo como Jhoran presas de prata,  até buscar uma vida pacífia. Emoen havia sobreivido e agora vivia no forte da vela sendo instruido por Gorion e meu pai jurou que não descansaria até matar os responsavéls pelas suas  perdas e havia muito tempo  que alguem tinha notícias dele.

Mourgram havia me acolhido e me treinado para ser um dos leões negros, mestres das feras e seguidores de Mielikki.

Havia chegado a hora de partir em busca de respostas e vingança.

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